sábado, 22 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Braga
Lembro-me de ter lido algures, julgo que num livro do Luís Sepúlveda, que "um homem é de onde se sente melhor". Então, eu sou daqui... Outros serão de outros lugares e dirão, com a mesma legitimidade, que são de lá, se é lá que se sentem melhor, facto que aceito sem resistência porque sei do que falam, aceitando igualmente que digam que a sua é a melhor cidade do mundo. Para mim, a melhor do mundo é esta Braga que eu amo, ali no Minho Verde, onde a água corre em abundância e nos traz a beber o melhor das serras com a promessa de um mar igualmente próximo onde as mesmas águas irão renascer, um mar que cheira a mar como nenhum outro me cheira.
Podem ter abolido, estupidamente, as antigas províncias, mas eu continuo um minhoto de Braga, orgulhoso da minha condição, condição que não me faz ser mais ou menos que outro qualquer ser humano, mas apenas um minhoto orgulhoso de o ser, tal como um alentejano, um trasmontano, um algarvio, etc., devem ser orgulhosos daquilo que são.
É nesta diversidade cultural que se encontra a maior riqueza de um país tão pequeno. Não a deixem morrer.
Profundidade de Campo
Aqui fiz alguns testes com a profundidade de campo, procurando aquele efeito que vemos frequentemente no cinema, de focar o motivo e desfocar o fundo. Nesta situação nem sempre é fácil, uma vez que o fundo está bastante próximo.
Existem várias formas de o fazer, mas o essencial é fotografar com o zoom no máximo, focar o motivo (neste caso a flor) e utilizar uma abertura grande. No caso da minha máquina utilizei uma abertura f4.5.
Atenção que o valor da abertura pode enganar, uma vez que um valor f4.5 equivale a uma abertura grande e um valor f.29 equivale a uma abertura pequena.
Imagem nocturna da Igreja Matriz de Barcelos
O efeito de nevoeiro que se faz sentir, não é mais que a enorme quantidade de velas colocadas no jardim em frente à igreja, por ocasião da Festa das Cruzes.
Fogo de Artifício
Primeira tentativa para fotografar fogo de artifício. É essencial manter uma abertura do obturador relativamente média ou longa. Julgo que o fiz com uma abertura de 2 a 3 segundos. Não utilizei tripé. O tripé ajudaria a uma imagem mais nítida e melhor focada. Por outro lado, uma vez que o fogo estava a ser lançado de diferentes locais, a não utilização do tripé permitiu-me maior rapidez na hora de apontar.
Artistas de Rua
A canção era imperceptível. Um deles agitava a pandeireta ao acaso. O outro gritava, talvez cantasse, palavras de ordem que também não consegui entender. Apontei e disparei. Nada de novo, nada de especial. Com outra velocidade do obturador (média ou baixa), poderia ter captado o rasto da pandeireta, transmitindo assim uma maior sensação de movimento e, provavelmente, uma foto mais interessante. Erros de principiante, mas é com eles que aprendemos valiosas lições para o futuro.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Miúdos a Jogar Futebol - Banjul - Gâmbia 2008
Tinha de começar por esta foto. Foi tirada com uma pequena máquina "point and shot" e é uma das minhas favoritas.
Foi tirada na Gâmbia por altura do Carnaval de 2008. Após uma visita à cidade de Banjul, paramos numa fábrica de "batiques" (aqueles panos pintados com motivos africanos). Enquanto procurava uma boa foto dos panos a secar, com toda a exuberância das suas cores, encontrei estes miúdos a brincar com uma bola de futebol. Apontei, disparei, mas não dei grande importância na altura. Mais tarde, ao visualizar as fotos no computador, percebi que tinha sido presenteado com um desses felizes acasos do mundo da fotografia.
Não tenho grande mérito na foto, foi quase um acidente, mas gostei muito do seu resultado final. Aprecio em particular o enquadramento, aqui sim, terei algum mérito, mas acima de tudo agrada-me o diálogo, a comunicação entre os miúdos, que parece transparecer na foto, um diálogo aberto a mil e uma interpretações que deixo ao vosso critério.
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